terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Hardtail Vs Fully

Ora, aqui está um post "tech nerd geek coiso"...

Domingo vou participar no Raid das Masseiras.

Uma prova BTT maioritariamente plana, sem grande dificuldade técnica, pouca pedra, e terreno relativamente macio (lama e areia talvez ...).

Como tenho à minha disposição uma bicicleta hardtail, e uma suspensão total, ponderei por momentos qual levar à prova ?!?!

Têm um nível de equipamento parecido, ambas a funcionar bem, apenas com pequenas diferenças (para além da suspensão traseira).

1 - A hardtail pesa uns 10kg, a Fully uns 12kgs.
2 - A hardtail está com pneus Maxxis Ardent race/Crossmark2, a Fully Schwalbe Hans Dampf TS/Nobby Nic PS
3 - A hardtail tem mudança da frente, a fully mono-prato.
4 - A Fully tem espigão telescópico (que para esta prova só deve adicionar peso).
5 - A hardtail tem bloqueio automático (Terralogic) na forqueta.

Aqui estão elas.


Em relação à diferença nos pneus, são similares a nível de características :

Frente :
SchwalbeHans Dampf TrailStar44.5 W
MaxxisArdent Race 3C EXO TR35.1 W


Atrás :
SchwalbeNobby Nic TL-E PaceStar25.0 W
MaxxisIkon 3C MaxxSpeed TLR31.5 W
(Não tenho dados para o Crossmark 2 que uso, mas deve ser um pouco mais rápido que o Ikon, e usa a mesma borracha.)

Fonte : https://www.bicyclerollingresistance.com/

Portanto temos no total :
Fully : 70W
HardTail : 66.6W ( ligeiramente menos, visto ser para outro modelo).


Vamos aqui a previsões !
No papel a hardtail é : mais leve, pneus rolam melhor, sem perdas na suspensão (pedal bob), ou seja ...
Num percurso pouco técnico deve ser a melhor escolha e mais rápida, certo ?


Para testar isto, escolhi uma volta com características similares à prova, um pouco de paralelos, uns estradões com um pouco de lama e areia, umas ligeiras subidas e rolante.

Tenho andado nisto, a repetir a mesma volta, alternando as bicicletas, mas as diferenças de piso estavam a fazer muita diferença. Com chuva o piso fica muito pesado, e isso faz mais diferença do que entre a pior e melhor bicicleta do mundo (a menos que tenha motor :P )...

Esta semana o tempo tem estado seco, e as comparações já são possíveis !!!

Bem ... a nível de impressões o que noto ?

A hardtail parece mais rápida !!
Mas obriga a escolher bem a linha, pois a roda de trás a passar por cima mesmo de uma pedra pequena sente-se nos rins ...
Obriga a ter mais atenção, a levantar o rabo mais vezes, e dá mais alguma fadiga de "vibrações".

O facto de ter mudanças à frente, obriga-me também a pensar mais um pouco no que vou fazer para reagir ao terreno ... se mudo só atrás, se tenho que mudar à frente ... se tenho a corrente muito cruzada ou não ...

Numa das voltas mudei à frente demasiado tarde ao entrar numa subida, e tive que desmontar porque a mudança não entrou ...
Com mono-prato nada disso acontece, é só + ou - e siga ...

Contudo, tendo mudanças à frente, tenho mudanças ligeiramente mais leves, e também mais pesadas do que no mono-prato. Ou seja, na parte de rolar, teoricamente posso ir mais depressa.
E como dizia, parece que estamos a andar mais rápido, portanto, deve ser mais rápida !


Em relação à fully ...
Tudo parece mais suave e tranquilo...
Mesmo não escolhendo a linha óptima (ou seja mesmo fazendo asneiras) consigo-me safar melhor de obstáculos.
Mais confortável em todo o tipo de terreno, mais estável, consigo continuar sentado a pedalar "tranquilamente", e as mudanças são mais simples (só atrás).

Parece-me que vou mais devagar ... mas ainda assim acho que a nível de conforto é capaz de compensar ! A menos que seja uma prova super-curta ou se fosse para ganhar ...

Na volta que usei para a derradeira comparação, na Fully tive "azar" com os semáforos e enganei-me ligeiramente no trilho, portanto já estava à espera que fosse mais lenta ... ( Nem que seja por ter parado num semáforo em descida, que com verde se faz a todo o gás).

Ainda assim, ia meio a pensar ... ok ... vai ser mais lento, mas se não for MUITO, acho que levo esta à mesma !

*nota : As voltas na fully são feitas com as suspensões ABERTAS, completamente tudo a funcionar, não uso nada de bloqueios e afins... se há suspensão é para aproveitar !

Apresentadas as expectativas e sensações ao longo das voltas, vamos a resultados.
Escolhi uma volta para cada uma das bicicletas, em que o meu esforço foi bastante parecido ( 720kcal vs 731 kcal), temperatura parecida, as condições do piso estavam quase idênticas, apenas o "azar" com os semáforos para a fully numa parte em que atravessava uma rua.

HardTail :

Fully :



E esta hein ???

A Fully foi MAIS RÁPIDA !!! E seria ainda mais, descontando o tempo do semáforo ...
Parece que mais suave é mesmo mais rápido !!

Confesso que a hardtail me dava MESMO a ideia de que ia mais rápido, mas agora depois de ver os resultados penso ... no Fiat 127 a 80 km/h também me parecia que ia bem mais rápido do que no carro actual a 140 km/h.

Olhando para os Olimpicos, dá para perceber porque quase todos usam suspensão total, e não é só pelo aumento de dificuldade técnica das provas de XCO.
Se juntarmos a isto o muito maior conforto, menor cansaço de braços/costas/etc, maior tracção em subidas (e todo o lado), maior segurança, não sobram dúvidas !
E se eu sinto isto com bicicletas de 2000 e pouco, nas mais recentes, com os avanços de tudo feitos nas suspensões e eficiência... a diferença deve ser ainda mais ABISMAL.

Consigo imaginar agora alguns cenários em que a hardtail leve vantagem (além de ser mais barata) ...
Se eu fosse leve, e num percurso com subidas muito grandes, os +2Kg's deveriam fazer alguma diferença !
(Mas imaginando que esse mesmo percurso teria também descidas grandes... continuava a preferir a Fully).
A Hardtail é boa para treinar ... Confesso que foi nas voltas com a hardtail que fui aprendendo quais as melhores trajectórias a seguir !

Para o caso, fiquei sem dúvidas nenhumas de qual vai para os trilhos no domingo !!

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Meia Maratona de Famalicão 2017

Aqui está o culminar de dois meses de treino para voltar a dar umas corridinhas !!!

8  Out - Fernanda Ribeiro    - 10k    - 1:05 - 165bpm - 6:35 min/km
5  Nov - Family Race         - 15k    - 1:31 - 159bpm - 6:04 min/km26 Nov - MM Famalicão        - 21.1k  - 2:04 - 161bpm - 5:51 min/km

Progresso em duas frentes !!! Aumento de distância e de velocidade !

A Meia-Maratona de Famalicão é uma prova com bastante subida, pelo que é importante fazer uma boa gestão de esforço para se fazer a prova confortavelmente e no melhor resultado possível.

A estratégia para a meia-maratona é relativamente simples, esforço quase constante do principio ao fim, ou até idealmente um aumento de 3% na segunda metade da prova.

Em plano isto é mais fácil de fazer, assumindo que o esforço está directamente ligado à velocidade, quando há subidas e descidas obriga a medir de outra maneira o esforço.

No meu caso, que corro por potência, basta-me manter-me dentro de uma zona de potência e já está !
Manter a mesma potência quer dizer que nas subidas vou abrandar, e nas descidas acelarar, mas o esforço é constante.
Actualmente, a potência na corrida é uma estimativa, e não uma medição (como no ciclismo) portanto, tem as suas limitações que obriga a ter em conta, mas ainda assim facilita bastante a tarefa de dosear esforço.

Coisas a ter em conta : 
1 - O vento não aparece, portanto, se houver um vento forte de frente, na realidade vamos em mais esforço do que o indicado, aqui temos que usar as sensações.
2 - Nem sempre é possível atingir a potência que queremos na descida, pois não conseguimos aumentar indefinidamente a velocidade. 
A descer o impacto nos pés/joelhos/pernas é maior...

E é basicamente isto, o resto apanha-se facilmente ao fim de uns treinos a ver números a aparecer e a associar sensações e o que acontece quando se vai acima ou abaixo de determinados valores.

Resultado ? 
Terminar uma meia-maratona confortavelmente no menor tempo possível feliz e contente da vida !



Até vou de olhos fechados nem sei bem porquê, mas acho que a culpa é do fotógrafo.



terça-feira, 14 de novembro de 2017

Trail Terras do Lidador 2017

Continua a minha preparação de corrida para a Meia-Maratona de Famalicão.

Desta vez usei um trail à porta de casa como treino de domingo ( e assim fazia um trailzinho que já não ia há muito tempo).

Andei durante a semana a fazer uns treinos pela zona, e até estava confiante que ia sobreviver à prova.

No entanto, o percurso da prova, designado como "trail de laboratório" não foi muito do meu agrado ...
Gostos são gostos, mas não sou muito fã de trails demasiado técnicos, nem de percursos completamente construídos quando há um caminho existente ao lado.
Compreendo que assim seja mais díficil, e que possa ter paredes e coisas para trepar para depois descer, mas não fico cliente.
Estava com apetite para uma coisa mais "constante", mas de qualquer maneira sobrevivi, deu para matar saudades e ficar satisfeitinho de trails durante mais uns tempos.

No entanto, os treinos que fiz pela zona acho que são para repetir ! Gostei bastante dos trilhos do Serra Trail !!! :D

 Para um trail tão curto, tinha era fotógrafos com fartura !!!

Aqui ficam algumas fotos do percurso, até nas partes que mais gostei ! Aqui ainda era "corrível".





E chegamos ... Satisfeitinho, tão cedo não volto :P

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Family Race 2017

Mais uma corrida !

Inicialmente estava inscrito na Maratona (promoção de Natal), mas não estando em condições de ir, preferi mudar a inscrição para a Family, terminar, divertir-me, usar como treino para melhor ao invés de não aparecer ou de ir "estragar" a tentar a Maratona.

Por vezes temos que dar 1 passo atrás para depois dar 2 ou 3 para a frente.

E o que dizer da Family Race ?
Bestial !!!

O percurso não é tão bonito como o da Maratona, até acho que apanha apenas a pior parte, mas o mar de gente era tanto que quase não se via percurso !
Foi do início ao fim envolto numa onda gigante de corredores !

A mesma gestão de esforço desde início, por vezes facilitada por não conseguir acelarar nem que quisesse tal era o algomerado de corredores.

Na subida final da avenida da boavista senti-me bem, e consegui manter o esforço, fazendo a tal corrida "de trás para a frente" com a segunda metade mais rápida que a primeira.

Foi a maior distância do ano, e foi também onde fiz os 10k mais rápidos, e mais importante foi onde me senti melhor !

Foi uma diferença enorme de como me senti na Corrida Fernanda Ribeiro !
Parece que aquela coisa estranha de treinar funciona !

Acho que o bichinho da corrida está a voltar a pegar, estar no meio da multidão trouxe-me alguma nostalgia e vontade de repetir !


Venha a próxima !

domingo, 22 de outubro de 2017

PortoGranfondo

O último da série Bikeservice !

Desta vez tinha de ser o Grande, para acabar em beleza (e ganhar o pólo do circuito).


A voltinha era esta :

Bem ... o que dizer sobre isto ? Nem sei bem por onde começar ...

Tenho a dizer que o percurso me surpreendeu por vários motivos.
Apesar do inicio ser muito "urbano", como rolavamos em pelotão fez com que fosse suportável (ao contrário do que aconteceu ano passado, já com muito trânsito à mistura).

Chegando à zona de estradas de montanha, havia um misto de paisagens bonitas com imagens desoladoras do flagelo dos incêndios recentes. Uma das imagens que me fica na memória são os mecos de aluminio de marcação da estrada estarem completamente dobrados e derretidos como esparguete ! A juntar ao ainda intenso cheiro a queimado...

A nível de organização e prova, esteve tudo impecável, bons abastecimentos, percurso bem marcado, tudo o que se pode querer (pelo menos do que precisei).

Em relação à minha participação, fui com muitas cautelas para esta prova.
Ouvi boatos que era muito dura, e que apesar da distância ser mais curta do que o habitual, que não devia menosprezar este Granfondo.

Pela minha análise, a prova ia ser boa para mim, não estava calor em demasia, não havia nenhuma "parede" ou parte muito inclinada, pelo que conseguiria dosear o esforço à minha maneira.

E assim fiz desde início, algum cuidado para não passar do limiar, manter as pernas sempre em movimento, ter atenção à cadência, tinha um alarme para me alimentar e lá vamos nós ! O objectivo era chegar bem aos km's finais para conseguir manter a potência no plano.

Consegui cumprir com o plano relativamente bem.
Quebrei um pouco na subida do Pejão, estava com desconforto nas costas, e depois fui com calma na descida para não forçar muito.
Depois de algum tempo lá fui melhorando, aproveitava na descidas leves para me esticar e as costas foram quase ao sítio.
Na subida da "Capela" estava um pouco abaixo do plano, mas estava a subir confortável (enquanto conversava e comia os lanches mistos que me enchiam os bolsos desde o abastecimento) e isso era o mais importante.

A subida final contava com uma rampa "surpresa", mas nada de especial, consegui fazer sentado e sem por o pé no chão.

Na parte final, algum vento de frente mas consegui aproveitar bem e recuperar tempo !
Sentia-me bem a rolar e aproveitei o mais que pude. Infelizmente não consegui apanhar nenhuma "roda", pois quando eu alcançava outros atletas a diferença de ritmos era tão grande, que passava directo...
Mas ainda assim ajudavam-me tipo "cenoura", pois cada vez que eu via uma camisola ao longe, só pensava em aproximar-me.

Com isto, rapidamente chegou a recta da meta ! E aquela sensação de estar todo partido mas feliz :D



Sinto que, óbviamente, não estou no meu melhor, mas sinto-me a progredir e a aprender a treinar e a gerir o esforço em prova cada vez melhor.

O que me deixa muito animado e motivado para continuar nestas "aventuras", e penso que até basta ter uma forma igual ou parecida à do passado recente para fazer bem melhor, e principalmente disfrutar muito mais das provas (e do dia seguinte) !

O melhor está para vir ! :D





domingo, 8 de outubro de 2017

Corrida Fernanda Ribeiro

Ora bem... Voltei a correr !

Começar do zero, e nada melhor que uma corrida à porta de casa para motivar !!

De referir também que a t-shirt de oferta é do melhor que já tive !!
T-shirt da Adidas, design muito simples, tecido excelente, só por isso já valeu a pena.
A juntar a isso a medalha é uma réplica da medalha de ouro olímpico da Fernanda Ribeiro em Atlanta '96.

Bem, não foi começar do zero-zero, que não me custou tanto quanto me lembro da minha primeira corrida, mas acho que isso foi porque entretanto já fui aprendendo a dosear o esforço e não partir à "maluca".

Uma manhã de bastante calor (aí 30 graus ou algo assim) e um percurso com bastante sobe e desce foram bem desafiantes para a minha forma (ou falta dela) física !

O facto do percurso ser de duas voltas não ajudou muito à motivação, pois no fim da primeira volta já estava "satisfeitinho", mas consegui cumprir o objectivo, que era de não levar voltas de avanço dos primeiros !

Excelente como treino e bom para motivar a calçar as sapatilhas !


Não foi o melhor resultado do mundo, mas para mim soube mesmo a ouro !
E com empeno a condizer !



O melhor está para vir.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Skyroad Aldeias do Xisto 2017

Impecável !!!!

Fui a mais uma edição do Skyroad Granfondo Aldeias do Xisto, desta vez com novidades no percurso!
A novidade foi que inverteram a volta, as subidas ficaram descidas, e as descidas subidas.

Isto fez com que logo de início levássemos com uma subida de categoria especial, 20 kms a 4% !

 Esta subida estava presente tanto no grande como no médio, assim como a de 3a categoria seguinte.
Inicialmente ia fazer o percurso do Granfondo, mas no dia "acobardei-me" e virei para o Médio.
Quando me inscrevi, foi numa expectativa/tentativa de me motivar a treinar certinho e a melhorar a condição física para conseguir fazer o percurso maior.
Ainda adiei a decisão para a última, e ia depender de como ia passar as primeiras subidas.
Felizmente passei-as bem, consegui gerir bem o esforço, aguentar tudo sem pôr o pé no chão, a temperatura estava agradável, mas sentia-se um vento contra que adicionava dificuldade às partes mais a rolar.

Vendo o ritmo a que estava a subir, e considerando o vento, o percurso grande ia demorar mais tempo que o planeado, o que só por si já trás complicações. Mais tempo no selim, mais tempo nos pés, mais tempo para gerir alimentação, gerir o psicológico quando estiver triste só e abandonado em último com a pressão do carro vassoura e a pensar que quando chegar já desmontaram a meta ...

Por esses e mais alguns motivos, decidi ir para o MedioFondo, e ainda bem que o fiz !!!
A subida que faltava era bem durinha, mas nesta fase ainda ia num pequeno grupo (que viraram todos para o médiofondo) e ajudava a passar os km's.

A subida estava marcada como 10km a 4,4%, mas na realidade tinha quase 6 km's a mais de 5.5% (o que para mim faz diferença).
Esta subida já começava a custar, mas como sabia que era a última, a motivação estava em altas !!!
Vamos conseguir terminar sem pousar o pé no chão, dizia eu às minhas pernas !!!
As pernas até ouviram, mas a barriga começou a dizer "tenho fome"...

Uma papa de maçã para a enganar e entretanto chega o abastecimento.


Este foi o único abastecimento em que parei. Encher as garrafas, comer uma melancia, e agora é a descer até à meta !!!
Umas ligeiras ondulações pelo caminho, mas praticamente sempre a descer !

Está concluída mais uma prova, pensava eu feliz e contente pelo caminho.

Os últimos km's já não eram em descida, era assim um falso plano, ligeiramente a subir, e a coisa já estava a vapores de combustível... Foi bem esticadinho a nível de esforço, e orgulho-me muito da gestão de consegui fazer.

Cheguei completamente vazio, e olhando para os número do esforço, vi que consegui fazer um "factor de intensidade" de 88% durante 4h45 !!

Tendo em conta que 100% é definido como o esforço máximo de 1 hora ( tipo 1 hora e cair para o lado, é 100% de IF), conseguir esticar para quase 5 horas reduzindo apenas 10% é de ficar orgulhoso!

Isto, a nível de esforço aplicado, a nível de resultados, não é nada de especial, visto que o meu esforço máximo não dá grande coisa de velocidades :D (Só a descer).

De qualquer forma, no dia da prova, só posso controlar o quanto me esforço ! O quanto esse esforço vale em velocidades e afins, é antes da prova na preparação (que não foi grande coisa... dessa parte não me orgulho muito), mas do desempenho no dia, tenho grande orgulho.

Quanto à prova em si, o percurso continua muito bonito, boas estradas, pouco trânsito, muitos participantes.
Mesmo depois do flagelo dos incêndios, poucas eram as paisagens completamente negras, e ainda se encontra muitos verdes.

A temperatura e o dia estiveram excelentes para a prática da modalidade, e felizmente ganhei juízo e fui a um percurso com o nível de dificuldade apenas ligeiramente acima da minha preparação !

Alguns dados :

Distância

99.95 km
Distância

Calorias

2,635 C
Calorias

Ritmo cardíaco

  
147 bpm
RC médio
169 bpm
RC máximo

Temporização

 
4:48:17
Hora
20.8 km/h
Velocidade média
64.4 km/h
Velocidade máxima

Potência

  
153 W
Potência média
998 W
Potência máx.
218 W
Máximo de potência média (20 minutos)
187 W
Normalized Power® (NP®)
0.880
Intensity Factor® (IF®)
370.6
Training Stress Score®

Elevação

1,761 m
Ganho elevação
1,745 m
Perda elevação

Cadência da bicicleta

73 rpm
Cadência média
160 rpm
Cadência Máx.

Temperatura

15.4 °C
Temperatura média
9.0 °C
Temperatura Mín.
25.0 °C
Temperatura Máx.

E agora fotos !